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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Destinos: Actuales & Nossas Viagens

Nós temos as mesmas paixões: vivenciar, conhecer, ver, experimentar, viajar e dividir com o mundo tudo depois. Temos o desejo de levar todos pela mão em todos os lugares que passamos para que as pessoas, sintam, entendam também! 
Movidos por este interesse em comum, surgiu nossas conversas, trocas de ideia e agora a entrevista sobre Brasileiros viajando/vivendo na Europa. Vocês podem ler nossa entrevistas (Day e Lorenço), autores deste blog de viagens em Destinos: Actuales, um blog sobre turismo de ótima qualidade mantido por Gabriel Greco (Argentina) e Eddy Lara Brito (Espanha), dois especialistas e entusiastas no tema: viajar. Se este tema também te interessa não deixe de ler a entrevista "O Brasil na Europa" no link abaixo e ótima viagem!:
http://destinosactuales.wordpress.com/2011/08/07/o-brasil-na-europa-entrevista-a-day-y-lorenco-de-nossas-viagens/#comment-1286

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Viajando de Maneira Diferente, por Paulo Coelho

Confesso que faz muito tempo que não leio nenhum livro do Paulo Coelho, mas que li muitos na minha adolescência, hoje navegando sem objetivos na internet encontrei este post dele em seu próprio blog, que achei genial. Descreve perfeitamente o que senti viajando nestes últimos anos e com as conclusões que tanto eu quanto o Lorenço havíamos tirado dessas andanças todas, como dizemos: concordo com o escritor brasileiro em gênero, número e grau! Vale a pena ler e (re) pensar sua maneira de viajar.

Viajando de maneira diferente


Desde de muito jovem descobri que a viagem era, para mim, a melhor maneira de aprender. Continuo até hoje com esta alma de peregrino, e decidi relatar neste blog algumas das lições que aprendi, esperando que possam ser úteis a outros peregrinos como eu.
1] Evite os museus. O conselho pode parecer absudo, mas vamos refletir um pouco juntos: se voce está numa cidade estrangeira, não é muito mais interessante ir em busca do presente que do passado? Acontece que as pessoas sentem-se obrigadas a ir a museus, porque aprenderam desde pequeninas que viajar é buscar este tipo de cultura. É claro que museus são importantes, mas exigem tempo e objetividade – voce precisa saber o que deseja ver ali, ou vai sair com a impressão de que viu uma porção de coisas fundamentais para a sua vida, mas não se lembra quais são.

2] Frequente os bares. Ali, ao contrário dos museus, a vida da cidade se manifesta. Bares não são discotecas, mas lugares onde o povo vai, toma algo, pensa no tempo, e está sempre disposto a uma conversa. Compre um jornal e deixe-se ficar contemplando o entra-e-sai. Se alguém puxar assunto, por mais bobo que seja, engate a conversa: não se pode julgar a beleza de um caminho olhando apenas sua porta.

3] Esteja disponível. O melhor guia de turismo é alguém que mora no lugar, conhece tudo, tem orgulho de sua cidade, mas não trabalha em uma agência. Saia pela rua, escolha a pessoa com quem deseja conversar, e peça informações (onde fica tal catedral? Onde estão os Correios?) Se nao der resultado, tente outra – garanto que no final do dia irá encontrar uma excelente companhia.

4] Procure viajar sózinho, ou – ser for casado – com seu conjuge. Vai dar mais trabalho, ninguém vai estar cuidando de voce(s), mas só desta maneira poderá realmente sair do seu país. As viagens em grupo são uma maneira disfarçada de estar numa terra estrangeira, mas falando a sua língua natal, obedecendo o que manda o chefe do rebanho, preocupando-se mais com as fofocas do grupo do que com o lugar que se está visitando.


5] Não compare. Não compare nada – nem preços, nem limpeza, nem qualidade de vida, nem meio de transportes, nada! Voce não está viajando para provar que vive melhor que os outros – sua procura, na verdade, é saber como os outros vivem, o que podem ensinar, como se enfrentam com a realidade e com o extraordinário da vida.



6] Entenda que todo mundo lhe entende. Mesmo que nao fale a lingua, nao tenha medo: já estive em muitos lugares onde nao havia maneira de me comunicar através de palavras, e terminei sempre encontrando apoio, orientação, sugestões importantes, e até mesmo namoradas. Algumas pessoas acham que, se viajarem sózihas, vão sair na rua e se perder para sempre. Basta ter o cartão do hotel no bolso, e – numa situação estrema – tomar um táxi e mostra-lo ao motorista.

7] Não compre muito. Gaste seu dinheiro com coisas que nao vai precisar carregar: boas peças de teatro, restaurantes, passeios. Hoje em dia, com o mercado global e a Internet, voce pode ter tudo sem precisar pagar excesso de peso.
8] Não tente ver o mundo em um mês. Mais vale ficar numa cidade quatro a cinco dias, que visitar cinco cidades em uma semana. Uma cidade é uma mulher caprichosa, precisa de tempo para ser seduzida e mostrar-se completamente.

9] Uma viagem é uma aventura. Henry Miller dizia que é muito mais importante descobrir uma igreja que ninguém ouviu falar, que ir a Roma e sentir-se obrigado a visitar a Capela Sixtina, com duzentos mil turistas gritando nos seus ouvidos. Vá à capela Sixtina, mas deixe-se perder pelas ruas, andar pelos becos, sentir a liberdade de estar procurando algo que não sabe o que é, mas que – com toda certeza – irá encontrar e mudará a sua vida.

Paulo Coelho

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Paris - As Tigras em Paris - Pausa para os amigos no meio da viagem

Qual é a sua modalidade de viagem?


Você gosta de viajar sozinho, com grupos de amigos, com o namorado, com a família toda e até o papagaio ou prefere ir conhecendo pessoas pelo caminho e agregando em suas viagens. Quem sabe conhecer pessoas em comunidades virtuais sobre o assunto e planejar a viagem com alguém que você só irá conhecer pessoalmente na hora de embarcar?
Bom, eu gosto de todas! Embora, algumas ainda estejam nos planos. Tudo depende de para onde e para o quê fazer claro.
Durante a viagem para Paris, aproveitamos e fizemos uma pausa para relaxar e curtir uma amiga que estava por lá também na mesma época. A minha Tigra Louca amada, Cynthia. Claro, que o nosso encontro tinha que ser do nosso nível, então, nada melhor do que a pirâmide do Louvre para nos acharmos (sim, com ambiguidade ai) , não é mesmo? Chiquérrimassssssss demais!

Ela já estava morando em Paris há algumas semanas e nos deu algumas dicas do que fazer com o tempo que ainda tínhamos. Depois de Paris, ela viria morar na Alemanha, onde eu e o Lorenço já estávamos vivendo há uns 5 meses. Então, as duas tigras, enlouquecidades com tantas novidades, descobertas, opiniões e curiosidades diversas sobre estes países, gastaram suas horinhas comparando as vivências. Foi um papo muito legal, porque o mais interessante de viajar, não é o apenas estar lá, caminhar, ver, é também conhecer, sentir, tirar suas próprias conclusões e ter com quem discuti-las. Dividir um momento desta nossa viagem com nossa amiga, foi muito legal. Além do mais encontrar uma amiga depois de alguns meses morando por aqui foi muito reconfortante.
Como eu estava com o maridão e comemorando o primeiro ano de casamento, não pegaria bem eu sair por ai fazendo tigrisses, nos conformamos com um encontro de boas meninas,então.
Como estávamos com muito calor e no alto verão parisiense, aquelas fontes do Louvre nos pareceu irresistíveis e tivemos que botar nossas lindas patinhas lá dentro. Clarooooooooooooo! Alguma coisa especial, precisávamos fazer para registrar este encontro nas "zeuropá" (apenas o primeiro). Além do que, meus pés precisavam muito porque havíamos andado demais naquele dia e ainda tínhamos muito mais!!!
Depois de molhar as patinhas, fofocar e de a Cynthia dar seu show da Marilyn Monroe ruiva alemoa, nos encaminhamos para fila do Louvre, que nem durou tanto quanto esperávamos e que merecerá um post exclusivo mais tarde.

De férias, a gente pode até manter as unhas afiadas de Tigras que somos!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Viajar - Pelo Mundo

Estou tentando sempre manter o blog atualizado entre uma viagem e outra. Porém, preparar uma viagem para que ela não seja uma furada e não se tenha muitos imprevistos, leva tempo. Viajar exige tempo. Conseqüentemente, nem sempre é possível atualizar o blog com regularidade, mas estou tentando. 
Então, como acabei de vir de uma super viagem que gerou muitas histórias e várias dicas para post futuros e ainda estou sonolenta demais para escrever/pensar, vou deixá-los com uma pista de por onde andei nestes últimos dias e um texto muito legal que recebi do Rafael, nosso amigo, vulgo Laranja. Apesar de adorar Saramago, não conhecia este trecho que está muito relacionado com estes espíritos aventureiros e viajantes e com a ideia do blog: "os viajantes acabam, as viagens e as lembranças não"... 

P.S: No futuro vocês ainda vão ouvir, digo, ler muito este nome por aqui: Laranja, vão se acostumando...


"A viagem não acaba. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o viajante se sentou na areia da praia e disse: “não há mais que ver”, sabia que não era assim. O fim da viagem é apenas o começo doutra.

É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.” 
(José Saramago)

terça-feira, 13 de abril de 2010

É hora de ir

Depois de deixar as poucas coisas que tenho divididas entre um quarto em Floripa e duas malas, é hora de pôr as mochilas nas costas, pegar os passaportes e descer as malas.
Até aqui tudo bem, mas sempre tem uma despedida e aeroportos = lágrimas, lágrimas de idas ou lágrimas de vindas...
Papai, Mamãe e Thais me deixaram em Floripa, eu estava eufórica demais pra pensar na falta que eles vão fazer  (até o Diego vai me fazer falta - hehe), só na hora que vi minha mãe chorando e meu pai tentado disfarçar é que caiu a ficha.


Entrei correndo no avião e tentei pensar em qualquer coisa, ai comecei a mandar mensagens para eles para encher o saco e acabar com meus créditos que a partir de agora não iam valer mais para nada mesmo.
Dois segundos depois de apertar os cintos de segurança comecei a lembrar: - putz! Esqueci dos livros de alemão e do dicionário! Caramba!
Logo depois, comecei a me arrepender por não ter trazido um monte  de coisas e que vão me fazer falta. Também esqueci de etiquetar as malas, bem que a minha mãe falou para eu fazer isso logo que chegasse no aeroporto já que havia esquecido de fazer em casa, impossível de lembrar! - Tomara que elas não se percam!!! Tô levando um par de roupas extras na mochila de qualquer maneira.  A propósito adorei minha mochila nova, foi a melhor aquisição para essa viagem, sempre cabe mais alguma coisinha nela e ela tem garantia vitalícia!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

ARRUMAR AS MALAS! (De novo)

Bom.. vamos à Alemanha. Aliás, vamos a Europa.

Ir para a Europa sempre foi um desejo meu, mas um desejo com uma certa certeza... eu sempre soube que uma hora ou outra estaria aqui. Sempre quis vagar por ai de mochila, ler sobre a história dos lugares, descobri coisas, me dedicar a conhecer cultura, historia e pessoas.  Esse dia chegou, da melhor maneira possível: um sonho de viver no velho mundo e acompanhada de um velho amor, casados, em lua-de-mel. Bom, mas antes de tudo isso, tiveram algumas etapas (1..2...3...4...etc...). 

ARRUMAR AS MALAS! (De novo)

Sempre gostei das viagens e nunca me incomodei em arrumar as malas, mas depois de tantas idas e vindas com a casa nas costas (e olha que comecei cedo... lá aos 14), to meio de saco cheio! Foi a casa da Nonna, várias repúblicas, a casa do namorado no final de semana, a casa do namorido, Buenos Aires ir e voltar, e mais esta!
De todas, esta viagem foi a mais desejada e a mais sofrida para arrumar as malas, não sei se foi o medo de destruir esse sonho tão platônico, medo de deixar a casa segura sei que não era, esse eu tenho certeza... enfim... demorei mais arrumei. No último monento, claro!  Nunca fui uma pessoa que faz um checklist, meses antes (nem mesmo na última semana), mas tinha uma idéia mental do que levar. Confesso que neste aspecto foi bem mais fácil em decidir o que deixar de fora pela experiência em Buenos Aires. Trouxe bem menos coisas e acho que trouxe demais.
Só consegui terminar com a ajuda da minha mãe, ou melhor, com a presença da minha mãe. Nesse ponto eu já estava ansiosa demais e não queria fazer mais nada. Só viajar. Por fim,  acabei. Agora era só esperar e abrir as malas na Alemanha e descobrir aos poucos o que eu esqueci...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Primeira Viagem

Fiquei pensando durante esses dias, por onde começaria... qual foi a minha primeira grande viagem? A maior de todas... a que inaugura a série??? De onde vem este desejo louco de sair por ai? Onde começa? Quando? Em vão, não sei... ai lembrei de uma cena interessante nesse final de semana: as grandes viagens da minha infância eram para a casa da Tia Edna! Não que fosse uma longa viagem (20 minutos), nem que fosse um lugar turístico (Criciúma), mas todo domingo que íamos para lá tinha cara de viagem... parecia tão longe! Tínhamos que preparar as coisas no domingo de manhã... mas era emocionante! Não tenho fotos da gente no fusca marrom, também não sei o porquê, mas sair do interior de Urussanga para Criciúma foi uma das minhas primeiras grandes viagens, a maior parte dela na minha imaginação... aquele carro parecia tão grande! Eu e o Diego brigando, o domingo com os primos e a volta sempre exaustos...
Depois vieram as viagens da escola, Gramado, Parques Aquáticos, Beto Carrero e coisa e tal... essas eram mais divertidas pelas pessoas, pela reunião dos amigos, pela música no fundão do ônibus, pela comilança e pelas caras sujas de batom e creme dental de quem dormia primeiro ... porém foram o máximo e inesqueciveis por diversas razões!
Depois veio as viagens com o namorado e as viagens durante a faculdade... acho que por essas que vou começar (também estão mais recentes na minha memória e tenho mais detalhes, minha memória é fraca....um dos motivos desse Blog, anotar informações importantes durante a viagem pela Europa). 

sábado, 20 de março de 2010

Sprache

"Wer fremde Sprachen nicht kennt, weiß nichts von seiner einigen."
(Johann Wolfgang von Goethe)

Confesso que não sou a pessoa mais empolgada do mundo em viajar. Gosto, gosto muito, mas não com tanto afã quanto a Day. Mas a vontade dela me empolga, e a minha vontade de vê-la feliz faz com que entremos em movimento.

Gosto muito de situações novas, de culturas diferentes, de ver coisas semelhantes por ópticas novas, de perceber possibilidades novas. Mas acho que o que mais me encanta nessa vida de viajante são as possibilidades de aprendizagem, sobretudo de novos idiomas.

Sempre gostei disso, e sempre tentei me desenvolver nessa parte. Desde pequeno, buscava entender as palavras em outros idiomas que via pela frente. Na adolescência, as músicas e os quadrinhos me levaram ao inglês. Para o castellano/espanhol foi um pulo, moldado pela passagem da Day por Buenos Aires e por noites assistindo Los Peques. Aventurei-me pelo italiano, pra descobrir que tenho ele no sangue, mas preciso voltar a estudar. E, agora, descobrindo essa língua complexa, mas encantadora, que é o alemão.

Mas meu gosto por linguagens vai além. Mesmo sem compreender, gosto de ouvir meus colegas de turma na aula de alemão falando seus idiomas. Russo, mandarim, polonês, thai, linguas africanas, árabe, francês, turco...

Claro que nada disso diminui meu apreço pela minha língua materna. O português do Brasil é sobremaneira lindo, quando bem falado. E, de mais a mais, o poeta tedesco Goethe estava certíssimo na máxima que abre o post: "Aquele que não conhece idiomas estrangeiros, tampouco conhece o seu próprio".

Bom sábado. Prost!

(Se quiserem me seguir no twitter: @LNeckel)

Viajantes

Sempre fui muito viajona, desde criança. Daquelas que vai muito longe sem sair do lugar, meus amigos e pessoas íntimas sabem do que estou falando...Acontece que nos últimos anos o universo tem conspirado com meus sonhos e pude começar a dar asas aos meus pés, pôr o pé na estrada ou seguir viagem... como quiserem...
Na minha infância, minha Mãe sempre dizia que eu tinha bichinho no **..., mas mal sabia ela que isso não se limitava a fazer silêncio na missa. Tenho um sério problema para criar raizes em um lugar. Acho que minha Mãe é um das pessoas que mais sofre com isso.
No entanto, tudo tem dois lados. Eu tenho duas metades, a viajante, inqueita, curiosa e com bichinho no ** e também a outra metade: sóbria, racional e tranqüila que me completa e me equilibra, meu marido e no momento viajante também Lorenço. Ele é o que mais me apoia nestas vontades loucas de sair correndo pelo mundo ou até a esquina e que muitas vezes sem nem poder compartilhar diretamente e por incrível que pareça ser, nosso relacionamento dá muito certo. Essa outra viagem já está a caminho de completar 10 anos...
Decidi de repente, criar um blog para falar de todas essas viagens! As concretas e as filosóficas, as acompanhadas de cerveja com os amigos e as regadas a saudades...Mas o meu de repente, leva um tempo para sair da idéia e chegar no concreto e só agora estou começando a escrever.
Nesse primeiro momento vou dar uma passada nos álbuns do passado... (Ah! Esqueci de avisar aos que não sabem ainda: sou apaixonada por fotografia, sem tempo para estudar, mas com tempo para fotografar... ) e vou postar e relembrar viagens que já deixam saudades e intercalar com a realidade e com notícias da nova vida no velho mundo...
Amigos queridos, sejam bem-vindos a Nossas Viagens!


quinta-feira, 4 de março de 2010

Reisen

"No eches raíces en un sitio: muévete,
Pues no eres un árbol, para eso tienes dos pies.
El hombre más sabio es el que sabe que su hogar
Es tan grande como pueda imaginar..."

La Danza del Fuego, Mägo de Oz.

MAR SEM FIM

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver.
O mundo na TV é lindo, mas serve para pouca coisa. É preciso questionar o que se aprendeu. É preciso ir tocá-lo."

Amyr Klink

Visitas do Mundo Inteiro

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