sexta-feira, 29 de julho de 2011

Paris - Galerias Lafayette - Literalmente: sonho de consumo!

Palavrinhas que fazem qualquer mulher ficar de orelhinhas atentas: Compras, Paris, Galerias Lafayette, melhor que isto só somadas a palavra: Promoção! Ou como dizem os franceses: Règlement. 
Eu confesso que não fazia muito questão de passar por lá, se rolasse beleza, se não, tudo bem também. Como ela fica atrás da Ópera e já estávamos lá, passamos. 
É um prédio de arquitetura exterior bonita sim, mas seu interior é lindo! Sua cúpula é magnifica, quando pensava na Galeria Lafayette pensava em compras, não em arte.
Sim, lá você encontra as grandes marcas do mundo inteiro e produtos que vão de € 20,00 (sim, eu encontrei uma bijouterie de  € 20,00) a bem mais...
Vale no mínimo a caminhada no seu interior, nem que seja para ver os brasileiros "chiques" na maior histeria, é divertido! :) 
Foi lá também que eu vi a melhor tradução em português do Brasil para um folder ou um guia de visitação. Tá eu sei: quem pensaria nisto estando na Lafayette? Ossos do ofício...
A história da Galeria também é interessante é a mais antiga de Paris, na verdade não tratasse de uma galeria, e sim, de um conjuntos de prédios que foram comprados ao longo do tempo e hoje formam a maior loja de departamento da França. 
O edifício que costumamos visitar é a Galeries Lafayette Haussmann e tem 10 andares. 
Se quiser saber mais sobre a Galeria e as estações de promoções viste o site: http://www.galerieslafayette.com/


domingo, 24 de julho de 2011

Paris - Ópera Nacional de Paris - L'Opéra Natioonal de Paris

Nesta altura do campeonato nós estávamos curtindo muito Paris, mas já muito cansados. Uma das tarefas mais difíceis foi achar esta Ópera no mapa para chegar caminhando... não lembro porque não fomos do Cemitério de Père-Lachaise até ela de metrô, acho que apenas porque queríamos ver mais a cidade e curtir os ares parisienses... 

Eu fazia muita questão de passar por lá, mesmo que não entrássemos apenas por um detalhe: o musical "Fantasma da Ópera" (Le Fantôme de l'Opéra), inspirado no livro homônimo do também parisiense Gaston Leroux, que por sua vez inspirou-se nas supostas galerias da Ópera de Paris para escrevê-la . Amo esta peça, já a vi em espanhol, não gostei da adaptação em português e o meu sonho é assisti-la em Londres. Enfim, depois que descobri isto, fiz questão de vê-la mais de perto. A Ópera de Paris foi construída sobre um terreno extremamente pantanoso, durante suas obras houveram contínuos bombeamentos de água durante oito meses, antes que as fundações pudessem ser lançadas. Diz a lenda que existe um lago subterrâneo ligado ao rio Grange-Batelière, o que alimentou durante o século XIX os boatos de que neste lençol subterrâneo vivia um misterioso fantasma que assombra a ópera causando vários acidentes durante os espetáculos e alegando que ali era sua casa, na história de Leroux, este fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações.

Nós não entramos na Ópera, mas encontramos um casal também de brasileiros horas mais tarde e com quem conversamos um pouco e que haviam acabado de vistar a Ópera e segundo eles seu interior é MA-RA-VI-LHO-SO. Nós temos fotos só do exterior, circundamos toda a Ópera que tem uma construção interessante, possuindo 3 faixadas tendo todas peso de principal, porque depois da destruição da Ópera original em 1781, ela foi reformada apenas no período Napoleônico, quando Napoleão decidiu expandir Paris, durante a famosa reurbanização de Paris, durante o Segundo Império, em 1861, a Ópera foi escolhida para ficar em uma posição de destaque, o que faz com que 3 grandes avenidas cheguem/comecem nela (o que talvez tenha dificultado nossa leitura do mapa) e também o que desafiou o arquiteto Charles Garnier, vencedor do concurso público para a concepção da reformulação da Ópera.


Para saber mais sobre a Ópera, espetáculos e ingressos acesse o site oficial da Ópera Nacional de Paris: http://www.operadeparis.fr



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Paris - Cemitério de Père-Lachaise - a beleza onde ninguém espera

Passeios Mórbidos? 
Para muitos pode parecer sim, um tanto mórbido, ou no mínimo estranho. Para quem tem um marido como o meu que adora pesquisar o passado e a história, nem tanto. Para mim, é um prato cheio para bons e inusitados clicks, em grande parte das vezes todos os cemitérios carregam muita arte e beleza arquitetônica! 
Cada um de nós procura os cemitérios por razões diferentes. Na Alemanha, Lorenço procurava por algum Neckel, ou alguma ligação do passado com o pouco que sabe da história de sua família que imigrou para o Brasil. Eu sou adepta dos cemitérios depois de ter morado na Argentina e ter ouvido falar tanto do Cemitério da Recoleta, um dos pontos turísticos mais badalados por lá, achava super esquisito, até que fui visitá-lo e vi arte por todos os lados. Lindo!. A partir dai nunca mais parei: voltei várias vezes ao Cemitério da Recoleta e também procurando outros neste mundo adora e olhando de maneira diferente para eles (mas, isto é material para outras histórias). 
Porém, acho que poucas pessoas que planejam ir a Paris, colocam em seu roteiro ou na lista de atrações imperdíveis um cemitério. Nós, procuramos por ele depois de receber a dica de nossa amiga Cynthia, que estava morando em Paris por um tempo. 
Na verdade, o que nos levou até o Cemitério de Père-Lachaise, desta vez não foi a busca por antepassados, nem a de arte, e sim, a busca por personagem ilustres de muitas áreas diferentes.
O Cemitério está um pouco fora do centro de Paris, além disso, prepare-se: o cemitério é gigantesco! Em sua fundação ele possuía 17 hectares atualmente conta com 43 hectares. Nós só descobrimos isto lá! Foi como procurar tesouros dentro do cemitério através de pistas, porque havia apenas uma mapa na entrada e mesmo com a foto que tiramos do mapa para nos guiar não ficou tão fácil. Agora também descobri que existe um site oficial do Cemitério, acho que não somos os únicos que se perdem por lá. Através do site: http://www.pere-lachaise.com você pode ter uma visualização do Cemitério e ver os túmulos das personalidades e sua localização dentro do Cemitério. Há muitos notáveis, franceses e não franceses que escolherem Paris para passar seus últimos dias. Por exemplo, a cantora Édith Piaf, o irlandês Oscar Wilde e o cantor Jim Morrison que em 2006, seu túmulo recebeu proteção por conta de várias pessoas que iam até lá para ter relações sexuais, fumar ou fazer outras homenagens exóticas ao ídolo.


O fato é que o Cemitério de Père-Lachaise parece um grande parque e passa um ar de paz e harmonia incrível, muito arborizado e com subidas e descidas. 
Fica a dica para conhecer um lado diferente de Paris e uma caminhada agradável.


Pegue a linha de metrô número 03 - Direção Gallieni e desca na estação homônima ao cemitério: Père-Lachaise. Atravesse a rua e econtrará uma das entradas laterais do Cemitério.

Túmulo de Oscar Wilde

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Brasil (una vez más)

Como é bom estar de volta. Viajar é muito bom, mas chegar em casa, com aquela sensação de cansaço, pés calejados e ter um banho quentinho e uma comida gostosa te esperando também é demais! Faz parte do viajar.
Quando nossa vida entrar nos eixos e no ritmo novamente: atualizaremos, com certeza!!!

Visitando a família e matando as saudades: Praia do Rincão - Içara/SC -Brasil

sábado, 2 de abril de 2011

Viajando...

Bom, estamos fazendo esse post curtinho para nos desculpar pela ausência. Estamos organizando nossa vida e nosso retorno ao Brasil, então já viu, né... muitas coisas pra lá e pra cá...

E amanhã vamos nos dedicar um pouquinho ao motivo desse blog: viagem!

Mas prometemos que em breve retornaremos com as postagens, e com materiais novos!

Aproveitamos para celebrar as 3000 visitas, e agradecer nossos visitantes de Israel, Moçambique e Bélgica, que adicionaram 3 bandeirinhas novas à coleção!

Então... aguardem e confiem!

domingo, 20 de março de 2011

Cervejas na Alemanha

Bom, acho que é conhecimento comum que a Alemanha é a terra da boa cerveja. Existem centenas de tipos de cervejas, em milhares de cervejarias e micro-cervejarias espalhadas por todo o país. A cultura cervejística está enraizada neste povo, que traz o pão líquido como parte comum de seu dia-a-dia.

Como em vários outros aspectos, no tocante à cerveja, a Alemanha também é bastante heterogênea. No norte e no oeste, a produção e consumo são mais centralizados. Marcas como Krombacher, Warsteiner, Bitburger e Beck's podem ser facilmente encontradas em todas as cidades, mas sempre contracenando com as clássicas cervejarias de cada cidade (vamos falar sobre isso mais pra frente). Estas cervejas são as mais populares, com suas versões clássicas (lager ou pilsener) quase parecidas com as cervejas brasileiras.

Já o sul, principalmente a Baviera, é um caso a parte. Cada cidade tem várias cervejarias e micro-cervejarias e, como suas produções não são muito grandes, dificilmente você encontra as cervejas se não for na própria cidade. É tipicamente bávara a cerveja de trigo, como Paulaner, HB e Franziskaner, de München, e a Maisel, aqui de Bayreuth.



Por sinal, foi na Baviera (ou mais precisamente na cidade de Ingolstadt, próxima a München) que nasceu uma das grandes responsáveis pela qualidade e fama das cervejas alemãs: a Reinheitsgebot. Na tradução literal, "ordem de pureza".

Essa Lei de Pureza da Cerveja foi instituída pelo duque Guilherme IV da Baviera, no final do século XV, em uma tentativa de evitar uma competição entre produtores de cerveja e produtores de pães pelos grãos produzidos, principalmente o trigo e o centeio. Pela lei, os únicos ingredientes que poderiam estar presentes na cerveja eram água, cevada e lúpulo, deixando os demais grãos para a produção de pães, e evitando que o preço dos produtos finais fosse afetado pela disputa. Cervejas que não fossem produzidas dentro da lei eram confiscadas sem compensação.

A lei data de 1487, e foi oficialmente instituída em 1516. Claro que, de início, os produtores foram contrários. Porém, com o tempo, a lei foi aceita, e se tornou uma garantia da qualidade dos ingredientes utilizados na produção. Posteriormente, passou-se a utilizar novamente o trigo também. Em 1906, se estendeu para toda a Alemanha.

Apesar de hoje essa ordem não ter mais força de lei, a maioria dos produtores ainda a seguem, e é motivo de orgulho (e marketing). Vê-se estampado nos rótulos de cerveja até hoje a frase: 'Gebraut nach dem Bayerischen Reinheitsgebot von 1516'.

Logo mais vou falar das cervejarias regionais clássicas de cidades na Alemanha e na Baviera, e seus tipos característicos. Espero que gostem. Ponham mais cerveja na geladeira (ou na sacada, se você estiver no inverno alemão) e aguardem! Ah, e comentem, né... Prost!

PRIMAVERA 2011!

E a primavera no "Velho Continente" já vem chegando... e com ela as floriculturas estão a mil e a paixão por jardinagem do povo alemão vai transformando a paisagem, os jardins, os parques e ruas se enchem de verde, flores, movimento e pessoas e até as janelinhas das casas vão ganhando decoração especial... 
BEM-VINDA PRIMAVERA! 


quinta-feira, 17 de março de 2011

Luck of the Irish! Dia de São Patrício


Bom, hoje é dia de São Patrício.
São Patrício é um dos padroeiros da Irlanda católica. Usava o trevo de três folhas, tipicamente irlandês, para explicar o mistério da Santíssima Trindade. Assim, converteu ao catolicismo os antigos seguidores de religiões celtas. Celebra-se com procissões, onde se usa verde, lembrando a cor do trevo.

Já é informação suficiente para puxar conversa no Irish Pub mais próximo, certo? Certo. Tô indo. Na volta, depois de algumas Guinness, escrevo mais!

E o que isso tem a ver com leprechauns e potes de ouro no fim do arco-íris? Sei lá. Pergunta no Pub!

Luck of the Irish!!


segunda-feira, 14 de março de 2011

Paris - Capital Mundial da Gastronomia

Todo mundo sabe que à Paris foi outorgado, a categoria hors-concours, como a Capital Mundial da Gastronomia*. Se não sabe, você tem no mínimo o estereótipo dos "chefs" franceses, como os mais qualificados no assunto. Sem dúvida a culinária francesa goza de grande prestigio (pelo menos no mundo ocidental) e os vinhos e queijos são sua grande marca. Quem vai a qualquer parte da França se sente "obrigado" a desfrutar da sua culinária local (claro, como em toda parte do mundo, cada região com sua particularidade). Só que toda esta fama tem seu preço, aliás alguns bem salgados... 
Em Paris, fizemos várias coisas diferentes a respeito da alimentação. 
Em um dos dias (não consigo lembrar cronologicamente a ordem) tomamos um super café no hotel que estávamos hospedados, nada muito diferente dos serviços dos hotéis aqui na Europa que costumamos ficar, com exceção do croissant (que apesar do nome francês - que sempre só relacionamos a frança, sua origem é atribuída aos padeiros austríacos), porém, realmente são os melhores croissant que já comi e não importa se eram puros, acompanhados com manteiga ou geléia, perdi a conta de quantos eu comi! Já tinha ganhado o dia nesta mesa de café-da-manhã.
Custo do café-da-manhã: 6,00 € por pessoa. Valeu muito a pena, tem hostel que cobra isto por uma xícara de café e umas bolachas ao leite.

Na hora do almoço, como estávamos caminhando em uma das rotas mais turísticos e procurados da cidade - Arco do Triunfo - Torre Eiffel - , viemos acompanhando os cardápios e os preços dos restaurantes e tudo pareceu delicioso, mas extremamente caro e ainda não estávamos no momento "extravagância" da viagem e não queríamos ainda nos sentar em um restaurante porque não tínhamos ideia de como ficaria nosso tempo para o roteiro que tínhamos imaginado naquele dia. Então, "achamos", veja bem "achamos" que fazer um lanche, comer algo em um parque ou caminhando enquanto admirávamos a cidade seria o ideal para este momento... o problema é que adiamos, adiamos o almoço que quando cheguei no Champ de Mars eu não aguentava mais de fome (enlouqueço quando estou com fome, fico muito mal-humorada!) e havia uma barraquinha de "baguettes", os donos não eram franceses, eram italianos, nos distraímos com o papo do simpático dono que cantarolava, fazia piadas, performances e tudo mais e somando à tremenda fome que estávamos há algum tempo, pedimos sem nem olhar o preço... Resultado: 17,00 € por duas baguetes e uma cerveja (que segundo meu marido que aprecia cervejas, esta era horrível), não me pareceu tão barato e se tivéssemos encarado um restaurante teríamos gasto um pouco mais, porém, almoçado melhor... ponto para o marketing do italiano. Porém, as baguetes eram deliciosas, mesmo! 
Ah, e "baguette" não tem apenas nome francês, é sim criação francesa, uma variação apenas no formato do pão de trigo. 
  
No dia seguinte, fizemos diferente no café-da-manhã, já tínhamos reparado em uns cafés e padaria no bairro do nosso hotel (bairro não tão turístico) e fomos na padaria que tinha mais cara de ser padaria dos morados da região, compramos novamente uma baguete, a minha quente e a do Lorenço fria e fomos comendo e caminhando em direção da Basilique du Sacré-Coeur.  Este estabelecimento era com certeza bem local, porque ninguém ali falava outra língua que não o francês e só neste momento nos demos conta que não sabíamos nem os números em francês. E, para explicar para o "tiozinho" que queríamos duas baguettes? :) Ele foi super simpático e tudo deu certo. Desta vez, um preço mais agradável 3,00 € por baguete.

À noite no hotel, depois de ter andado o dia inteiro, quando eu me deitei bateu aquela fome desesperadora e havia uma Quiche Lorraine com uma aparência deliciosa... não resisti e pedi, já que estamos no país da "quiche", certo?  Foi o que pensei... porém, errado. A "quiche" é uma invenção alemã, dos século XVI, reino medieval de Lothringen, mas tarde chamado pelos franceses de Lorraine. 

No dia seguinte quando saímos do Louvre... cultura da fome sabia? Escolhemos um restaurante na Rue de Rivoli, onde fizemos um break à la francesa, mesinha na rua (literalmente no meio da rua), com um delicioso vinho, queijos e o Lorenço provou uma cerveja belga desta vez, já que havia se decepcionado com as francesas... e ficamos descansado nossas "patinhas". Atendimento de primeira e para nossa surpresa cardápio em português, aliás, não precisei dizer nada e ao garçom francês que já soltou um: brésilienne? Custo total do break: 22 € tudo.


Porém, de todas as nossas refeições, a melhor para mim foi o pique-nique na Torre Eiffel. Incrível. Não deixe de experimentar: passe em qualquer supermercado e compre uma seleção de queijos, frios em geral, um vinho que caia bem com suas escolhas, uma toalha, canga algo para não sentar um pouco mais confortável e vá fazer seu pique-nique enquanto espera as luzes da Torre Eiffel acenderem. Pode ser romântico, divertido em uma roda de amigos, vale tudo! Você encontrará desde turistas até mesmo muitos locais.  Esta refeição eu não lembro quanto gastamos porque compramos outras coisas no supermercado, mas sei que foi uma das mais baratas e das mais agradáveis. 

*Procurando informações sobre Paris como "Capital Gastronômica Mundial", descobri que São Paulo - Brasil, também possui este título, há 12 anos ao lado de cidades como Roma, Nova York, Buenos Aires, mas na verdade é a única que possui na condição de real "Capital Mundial da Gastronômica", porque possui o maior número de cozinhas internacionais representadas e mais bem qualificados por guias especializados. Genial, não é mesmo? Fazer turismo no Brasil também pode ser muito legal e gostoso, para aqueles que acham que só o que é bom, está fora do Brasil. O que somos é mal informados sobre nosso próprio país...  Que tal fazer uma viagem "mundial" com tema gastronômico sem sair do Brasil e pagando fortunas em Euros, Libras ou Doláres? Eu já estou planejando a minha. Fica o toque! 
Site da cidade de São Paulo: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Travel Bloggers Meeting - Encontro de Blogueros Viajantes








É uma iniciativa genial pensada sobre blogueiros bem conceituados e antenados com o mundo de viagens. Simplesmente, apaixonados por viajar.
Os organizadores são Eddy Eddy Lara Brito do blog Destinos Actuales, Destinos Brands e María Victoria Rodríguez do El ProximoViaje.
O último encontro, aconteceu em Sevilla, Espanha em 2010. O próximo encontro de Blogueiros será no dia 08 de abril, em Barcelona, a bordo do Crucero Costa Serena, en el Puerto de Barcelona
É um evento muito legal para todos os blogueiros que se interessam em trocar ideias, se fazer conhecer e conhecer pessoas que estão na área há um bom tempo e com experiência, como profissionais de turismo, comunicação ou apenas viajantes...
Visite a página do evento e boa viagem: http://bloggersmeeting.wordpress.com

Nós infelizmente não poderemos estar lá, porém, teremos uma pequena participação com um vídeo que enviamos diretamente de Bayreuth para o evento!

Bom encontro a todos!

Visitas do Mundo Inteiro

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